Exaustiva. Assim posso resumir este inicio de viagem. O vôo do Rio até Paris, embora tranquilo, foi muito cansativo. O espaço entre os assentos estão cada vez menores e a Air France parece ter o menor espaço. Jantei ravioli de queijo com ervas acompanhado de vinho tinto. A outra opção também era boa, levando-se em conta que era comida de avião: filé de frango ao molho mostarda acompanhado de arroz com milho. De aperitivo, aproveitei que voávamos pela única companhia aérea a servir champagne, e tomei uma taça. Ainda assim, passei as 10 horas de vôo acordada. No CDG, saímos do avião e entramos direto no salão de embarque do próximo vôo. Mesmo assim, tivemos que passar por novo raio-x. A água, que peguei no vôo da Air France para beber mais tarde, tive que deixar ali...
Depois de uma espera de 5 horas, embarcamos para o Cairo em outro vôo da Air France. O espaço também era pequeno, mas dei sorte já que o assento ao meu lado ficou vago. O interessante foi que, neste vôo de 5 hs, tinha aquelas telas individuais com controle remoto e várias opçoes de programas e filmes, enquanto que o vôo de 10 hs Rio-Paris ainda era aquele com o telão no centro. E dessa vez não teve Häagen-Dazs, e sim um picole de abacaxi.
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Logo que chegamos, havia um representante do receptivo local nos esperando antes mesmo de pegarmos as malas na esteira (aliás, não precisamos retirar as malas em Paris para embarcá-las de novo para o Cairo). Levaram-nos para o Hotel Ramses Hilton, onde chegamos já à noite. Às 10:30 hs da noite, fui, finalmente, dormir. Para acordar às 2:30 da manhã! Tínhamos outro vôo, desta vez para
Luxor, marcado para 5:15 da manhã, e o encontro no hall do hotel estava marcado para 3:15. O embarque doméstico no aeroporto do Cairo é a maior confusão. A fila começa fora do aeroporto, se é que se pode chamar de fila. Você passa por um detector de metais para entrar no aeroporto. Depois, os guias entregam os "boarding pass" e então temos que entrar em outra fila para despachar a bagagem. Em seguida, entramos em outra fila para passar por outro detector de metais na entrada da sala de embarque. Nesta, esqueci meu óculos escuros ao passar no raio-x. Ficou lá, já que eram 5 hs e já estavam embarcando. Só lembrei quando já estava dentro do avião.
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Ao chegar em Luxor, pegamos as bagagens e seguimos com o guia, que havia viajado conosco, para o
Vale dos Reis (onde se localizam as tumbas de vários faraós) e, depois, para o
Templo da Rainha. No caminho de volta, paramos para fotos no
Colosso de Memnon (são duas estátuas de Deuses) e ao fim, fomos em uma loja onde nos falaram sobre os tipos de pedra com que são feitos os artefatos encontrados à venda no Egito: gesso (o mais leve e frágil), resina (pesado e resistente) e o de alabastro (mais pesado ainda).
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Finalmente, fomos para o barco, o
Mirage, onde deixamos as coisas e almoçamos. À tarde (3 hs), seguimos para outro passeio: primeiro fomos ao
Templo de Karnak, depois nos levaram a uma loja onde comercializavam jóias em ouro, prata, diamante e pedras preciosas.
Em seguida, já à noite, fomos ao
Templo de Luxor.
Provavelmente, este foi o dia mais pesado da viagem. Além do cansaço da viagem Rio - Paris - Cairo - Luxor, havia ainda o calor infernal de Luxor. De todo o Egito, ali foi o lugar mais quente e abafado por onde passamos. O guia pareceu chocado quando joguei parte da água mineral que eu havia comprado na nuca e no rosto para evitar uma insolação.